O objetivo desse espaço é escrever ao menos 1 quilo das toneladas de ideias que me ocorrem todos os dias. Algumas ficam, outras passam, e outras irão parar aqui. Vou tentar resgatar esse hábito que tinha quando era mais moleque: o de transcrever pensamentos, sensações e sentimentos. Quem sabe isso me torna menos ranzinza e confuso, e coloca as coisas no seu devido lugar. Talvez por isso, eu transfira para cá a atual condição em que estou: de não saber por onde começar. E pensando bem, de fato, não tenho por onde, afinal, já comecei tempos atrás. Então, recomeço (ou continuo?) de um acúmulo prévio e inicio o texto que dá propósito a este espaço trazendo de volta hábitos da adolescência.Falando em adolescência, é incrível como eu era fechado para outros estilos musicais que não o rock. Quer dizer, o rap também tinha o seu espaço na minha alma, mas só. Era tipo, sectário mesmo. De fazer cara feia quando tocava pagode, sertanejo e afins. Bom, a moral da história é que, na superação desse sectarismo me permiti estar aberto a outros estilos musicais. Foi ai que fui pego de surpresa faz uns cinco dias por uma moça angolana chamada Aline Frazão. Talentosa e dona de uma linda voz, encontrei-a ao procurar videos do também angolano e cantor de rap, Ikonoklasta. Após me encantar com um vídeo em que ambos compartilham uma canção, acessei o clipe da música "Assinatura de Sal" (você pode assistir clicando aqui). Recomendo a quem quer que seja ranzinza e/ou confuso ou ao menos esteja assim no momento. Tem me feito bem junto com um pão fresco com manteiga e uma xícara de café no fim de tarde.